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Relatórios de Sustentabilidade

Coleta seletiva no escritório e no canteiro de obras

Preocupação com o bem estar dos funcionários:
Alojamento bem estruturados, Plano de saúde,
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Tirantes

Tirantes e solo grampeado

tirantes

Serviços especiais para contenção de encostas, reforços de paredes,etc. Através de tirantes, chumbadores, enfilagens, drenos sb-horizontais, malhas metálicas, concreto projetado (com o sem fibras) e outros.

TABELA-DE-CARGAS-PARA-TIRAN

Metodologia Executiva

Execução de tirante injetado Ø 100 mm, inclusive perfuração em solo, em pedregulho, alvenarias, blocos e alteração de rocha encapsulamento em PVC e envelopamento com concreto FCK =15 MPa.

O Tirante deve ser uma peça montada de acordo com as especificações do projeto a ser executado. Composta por um ou mais elementos resistentes à tração. Estes elementos são introduzidos no terreno em perfuração própria, na qual, por meio de injeção de calda de cimento ou outro aglutinante, na parte inferior dos elementos, forma o bulbo de ancoragem que é ligado à parede estrutural por meio da cabeça do tirante, através do trecho não injetado do elemento resistente à tração.

Há norma específica da ABNT, “NBR 5629 (agosto/1996) – Execução de Tirantes Ancorados no Terreno”.

A CONTRATADA deverá se responsabilizar por todo o método executivo, com profissionais habilitados, observando todos os critérios de segurança.

As definições abaixo são constantes da NBR 5629, necessárias para o procedimento de execução:

  • Bainha individual (espaguete): tubo de isolamento, não degradável, individual, para proteção de cada elemento de tração.
  • Bomba de perfuração: para fornecer energia ao fluído de perfuração.
  • Bomba injetora: para receber a calda de injeção do misturador, fornecendo energia para sua condução, pressurizada até o trecho de ancoragem, passando pelo comando de injeção.
  • Cabeça de perfuração: acessório instalado na extremidade superior da haste ou do tubo de perfuração, ligado à bomba de fluído de perfuração, que permite o fluxo do fluído de perfuração simultaneamente à rotação, percussão ou rotopercussão da haste.
  • Cabeça do tirante: Dispositivo para transferir a carga do tirante para a estrutura a ser ancorada, é constituído de placas de apoio planas, cunhas de inclinação, dispositivos de fixação dos elementos tracionados etc.
  • Calda de injeção: aglutinante, resultado da mistura de água e cimento comum, em misturador de alta turbulência, mantida na forma coloidal para injeção. Normalmente esta mistura se dá por valores entre 0,5 e 0,7 da relação em peso de água e cimento.
  • Comando de injeção: Conjunto de dois registros rápidos e um pulmão estabilizador de pressão, localizado entre a bomba de injeção e a coluna de injeção, que permite a operação e ou controle de injeção.
  • Bainha: calda de cimento aplicada sob pressão (não gravitacional) que recompõe o espaço de solo escavado, na perfuração ou originado da diferença entre o volume ocupado pelo tirante e pelo volume do furo.
  • Elemento de tração: parte estrutural do tirante que trabalha sempre a tração, usualmente é composta por um ou mais fios, cordoalhas ou barras de aço.
  • Fluído de perfuração: utilizado para lubrificar e conduzir o material escavado para fora, podendo ser água limpa, lama, fluído estabilizante, ar comprimido etc.
  • Injeção: operação que visa à fixação da armação de tração no terreno, resultante da introdução sob pressão de um aglutinante, usualmente calda de cimento.
  • Misturador e agitador: para preparar a calda de cimento, em misturador de alta turbulência e agitador, e manter o estado coloidal da mistura, medindo geometricamente seu volume.
  • Obturador duplo: acessório metálico que é rosqueado na extremidade das colunas de injeção, (no caso de se injetar válvulas-manchete) permitindo o fluxo de calda de injeção somente ortogonalmente ao seu eixo, e no espaço compreendido pelos dois sistemas de vedação.
  • Perfuração: execução de escavação cilíndrica no terreno para introdução dos elementos de tração.
  • Proteção contra corrosão: execução de sistemas de proteção especificados em projeto (encapsulamento em PVC).
  • Tubo de injeção: tubo que permite a injeção do tirante ao longo do qual estão dispostas as válvulas do tipo manchete ou comum. Este tubo é introduzido na perfuração, junto aos elementos de tração, fixando-os ao terreno.
  • Válvula-manchete para injeção individual: ponto de injeção do tubo ancorado (com elasticidade suficiente para expansão e contração) que veste o tubo de injeção. Este tubo apresenta furos para passagem da calda. Por este ponto podem ser realizadas uma ou mais fases de injeção, com o obturador duplo, que permite o controle local dos volumes e pressões em cada manchete.
  • Válvula comum para injeção coletiva: pontos de injeção do tubo ancorado – com elasticidade suficiente para expansão e contração – que veste o tubo de injeção. Este tubo apresenta furos para passagem de calda de cimento. As válvulas são injetadas a partir da boca do tirante, todas ao mesmo tempo, sem que se possa saber qual delas foi injetada, tampouco saber o volume e pressão que incidem em cada uma, controlando-se apenas o volume total e a pressão aplicada.
Para execução do tirante são necessários os seguintes equipamentos e acessório, agrupado por etapa:
A – PERFURAÇÃO
  • Perfuratriz: equipamento para execução da perfuração no terreno, que pode ser mecânica ou manual, compatível com o diâmetro e comprimento da perfuração e tipo de solo ou rocha;
  • Bomba d’água ou de lama: aplicável nos casos em que o fluído de perfuração é líquido (água ou lama);
  • Compressor: equipamento aplicável nos casos em que o fluido de perfuração for ar;
  • Hastes e revestimentos, cabeças de perfuração e ferramentas de corte: todas compatíveis com o material a ser perfurado;
  • Transferidor de pêndulo e esquadros de madeira.

 

B – INJEÇÃO

  • Bomba injetora: com capacidade de vazão e pressão de trabalhos compatíveis com a necessidade da obra. No caso de tirantes que utilizam válvulas-manchete, a capacidade da bomba de injeção deve ser maior ou igual a 5 MPa (50 Kg/cm );
  • Mangueiras de alta pressão: componentes rígidos ou flexíveis, com resistência a ruptura 50% superior à pressão de abertura máxima prevista;
  • Misturador: equipamento com capacidade de bater calda em alta turbulência, com 1.750 rpm;
  • Agitador: equipamento composto por caçamba com capacidade de manter a calda em suspensão com rotação mínima de 50 rpm. Este equipamento pode ser dispensado caso o misturador produza calda suficiente para atender a obra;
  • Hastes de injeção: componentes metálicos retilíneos, com roscas emendadas por luvas estanques;
  • Obturador duplo para tirantes dotados de válvula-manchete
  • Comando de injeção;
  • Válvula tipo manchete ou comum;
  • Tubo para lavagem do tubo de injeção.

 

C – PROTENSÃO

  • Manômetros, bomba e macaco hidráulico, elétrico ou manual, com capacidade de trabalho de, no mínimo, 1,25 vezes a carga máxima de ensaio, com resolução mínima 10 kN, devidamente aferidos;
  • Régua ou extensômetros: instrumentos para medida de deformações, com resolução de milímetro.
Na seqüência executiva devemos observar os seguintes itens:
  • Perfuração: é aceitável o uso de qualquer sistema de perfuração, desde que seja garantida a estabilidade da escavação até que ocorra a injeção. É permitido o uso de revestimento metálico provisório ou de fluído estabilizante.
  • Especificações para Ancoragem: o comprimento de ancoragem, bem como os volumes e pressões finais de abertura e injeção de válvulas a serem utilizados serão aqueles fornecidos pelo Projetista.

 

INJEÇÃO

  • Bainha: de forma ascendente, com fator água / cimento = 0,5 (em peso) até a extravasão da calda pela boca do furo. Pode-se optar pelo preenchimento do furo com calda de cimento e posterior introdução da parte metálica.
  • Fases de Pressão: injeção de calda de cimento com fator água/cimento igual a 0,5 (em peso), pressão de abertura menor ou igual a 6 MPa e pressão de injeção em torno de 2 Mpa.
  • Primeira fase limitada a 1 saco de cimento por válvula; ou pressão de injeção menor que 2 MPa.
  • Demais fases limitadas a 0,5 saco por válvula até atingir a pressão de injeção desejada.
  • Ensaios: após 7 dias da última fase de injeção, de acordo com NBR a 5629 ou a critério da FISCALIZAÇÃO.
  • Cabeça de Ancoragem: concluída a protensão, serão instalados 2 tubos para injeção na cabeça do tirante. Após a concretagem da cabeça do tirante, será feita a injeção de calda de cimento por um dos tubos, ficando o segundo tubo como respiro.
  • Para verificação do desempenho do tirante, deve-se realizar o ensaio de tração conforme recomenda o projeto ou a norma brasileira NBR 5629.
  • Os serviços serão medidos e pagos por metro linear (m) de extensão executada de tirante.
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